quinta-feira, 27 de agosto de 2015

A IMPORTÂNCIA DO PSICÓLOGO

DIA DO PSICÓLOGO
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O desejo de dividir as aflições é anterior a Psicologia. Antes do homem incrementar a fala e a linguagem, precisou do alicerce da escuta. Então, ter a certeza de que as palavras não se perderiam para sempre, onde a esperança de que a escuta podia ser tão importante quanto a fala; entender que o silêncio pode concorrer com os sons. Num mundo que valoriza demais a fala; pouco consideramos a importância da escuta. Escutar de maneira plena; implica em dar sobrenome as emoções do “outro”; retirar da orfandade as palavras que; por vezes; não tiveram incentivo de alguém para serem ditas. O psicólogo deve ser o interprete e a testemunha do que um dia você esqueceu de ser; o incentivador do que você ainda não é; por último; o agasalho de palavras ávidas para encontrarem cidadania afetiva. Sobretudo; tendo consciência de que a arte de ouvir garante que “segredos” sejam depositados numa urna lacrada com o selo da cumplicidade; não deixando que se perca no anonimato da multidão de falantes. De resto; se você conseguiu em algum momento fazer isso, claro,você também foi um psicólogo, independentemente, da autorização de um diploma.

Marcos Bersam
Psicólogo

quinta-feira, 20 de agosto de 2015

FIM DE RELACIONAMENTO


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Personalidade emprestada; hábitos dissimulados; sonhos clonados; programas impostos; amigos forjados pelo interesse da conveniência do noivo; marido ou esposa. Infelizmente, dessa forma apresenta-se a pessoa na terapia; ou seja; em meio a frustração, desassossego e arrependimento de ter sido uma sombra pálida do que “outro” gostaria que ela fosse,claro, depois de um rompimento afetivo. Algumas relações, quando interrompidas levam junto o rascunho do que você um dia deixou de ser; portanto não negociar sua identidade; suas preferências; opções é um antídoto certeiro para continuar sendo você mesmo na orfandade compulsória do "fim relacional". Enfim, o término da relação, sempre leva mais coisas do que você acha justo - por exemplo; sonhos e ilusões; entretanto; nunca deve colocar na mudança sua digital emocional.

Marcos Bersam
psicólogo

consultas : 32 8839-6808
contato: marcosbersam@gmail.com
skype: marcos.antonio.mello.bersam

terça-feira, 18 de agosto de 2015

FRASE DO DIA

"A grandeza dos seus sonhos está condicionado a consciência de quanto você acredita merecer"

psicólogo marcos bersam

segunda-feira, 17 de agosto de 2015

RELACIONAMENTO É TUDO IGUAL?

Existe?
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A vitrine separa você do objeto de desejo; então quem nunca ficou paralisado diante do objeto do sonho reluzindo do outro lado; por exemplo aquele carro novinho; a joia; a casa própria e até o eletrodoméstico de última geração. A vitrine separava - aproximando; ora patrocinando a esperança de que um dia podia alcançar sua meta. A certeza da localização e onde encontrar anestesiavam a ausência do objeto desejado; pois a imaginação transportava você para uma realidade paralela .
Entretanto; quando o objeto de desejo não está localizado- explicitamente; faz você questionar se o que você tanto deseja; existe mesmo. Assim; a pessoa ingressou num casamento ; relacionamento; faculdade; profissão esperando encontrar algo que a completasse; no entanto ela fica em determinado momento sentindo-se fracassada por não sentir-se realizada. Então;inevitavelmente; pergunta a si mesmo : Existe ; de fato; o que quero? O casamento perfeito; o amor pleno; o homem carinhoso; o filho grato; o curso certo; o diploma necessário?
A dúvida de que algo existe; faz sua vontade de lutar por seu desejo ficar diminuída; às vezes; incrementa a culpa . A culpa vem da incerteza do seu merecimento; ou seja ; deixa de perguntar se existe; mas se você merece.. Finalmente; só existe algo que nossa mente autoriza; portanto a envergadura dos seus sonhos está ligado com o entendimento de quanto você acredita merecer. A distância entre o seu desejo e o grau de merecimento que você confere a si mesmo ; claro; pode fazer você viver com saudade daquilo que nunca teve ; ou lutar por aquilo que nunca acreditou ser merecedor.


marcos bersam
psicólogo

whats 32 8839-6808

sexta-feira, 14 de agosto de 2015

sexta-feira, 7 de agosto de 2015

FUGINDO DA FELICIDADE

MEDO DE SER FELIZ.

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A pauta dos medos é diversa, portanto eis alguns deles: medo de avião, escuro, altura, fracasso, doença, engordar, desemprego, errar, morte, solidão, abandono, rejeição. É claro, que até aí, não precisa ser psicólogo para saber que, todas essas situações são compreensíveis e justificadas ,pelo senso comum, como ameaçadoras. Todavia, tem um número reduzido de indivíduos que tem um dos piores medos, ou seja, o medo de ser feliz.  Você não entendeu errado, por mais absurdo que possa parecer tem uma legião de pessoas que não consegue sair do lugar, por terem medo da vida.  O medo de “coisas boas” figura entre um dos medos neuróticos mais recorrentes no consultório, pois ele não é reconhecido prontamente. Então, aquela velha história da pessoa que, sempre deu cabeçada na vida e, quando surge uma chance de um relacionamento saudável; uma oportunidade de promoção profissional a pessoa joga tudo para o alto e desperdiça sem cerimônia, ora, inventando alguma desculpa.  Enfim, tais pessoas nutrem crenças de que não são dignas de “acontecimentos bons”, a autoestima baixa, a insegurança de outrora faz com que gatilhos de ansiedade e pânico sejam acionados quando o futuro dá sinais de que tempos de êxito afetivo, prosperidade profissional estão convocando o indivíduo a ser feliz de verdade.

MARCOS BERSAM
PSICÓLOGO

e-mail: marcosbersam@gmail.com
whats: 32 8839-6808

terça-feira, 4 de agosto de 2015

TRANSTORNO DE ANSIEDADE


PSICOLOGIA DA DOMINAÇÃO
TEOREMA DA ESCASSEZ


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A sensação de escassez é cada vez mais explicita, portanto nunca tivemos a sensação de que falta de tudo, um pouco, no mundo atual; ora, quem diria que água seria um item de luxo. Nessa fase de carestia, contingenciamento, racionamento, sustentabilidade; eis que são adjetivos que revelam a “era da escassez”, logo são termos  obrigatórios no vocabulário de qualquer criança. Por isso,  vivemos a “era da carestia coletiva”,  de recursos naturais, morais, econômicos, políticos e afetivos.  Hoje, campeia a falta de ética, emprego, dinheiro, educação, sobriedade, lucidez, honestidade, tempo e, principalmente, atenção.
A sensação de que algo está em falta, imediatamente, impulsiona o individualismo, o egoísmo e a luta pela sobrevivência, isto é, recorremos a expedientes de reter, estocar, acumular. E quando a escassez tangencia valores afetivos? Então, como lidar com a falta de tempo e atenção? As grandes lojas de varejo, no país,  usam com maestria a estratégia da escassez, por isso, soa tão familiar as frases do tipo: só amanhã! Só hoje! Ultimas peças! Queima de estoque! Últimas unidades! Está acabando; por último, a apelativa, Black Friday.
A tentativa rasteira de despertar em você a pressa de adquirir o que muitas vezes nem precisa é alavancada pela ideia de que vai acabar, e, consequentemente você ficará “de fora” da oportunidade única. A lógica da escassez faz você comprar sem precisar, certo? Então você adquire o que não precisava. Entretanto, tais esquemas são usados também nas relações afetivas, ou seja, a politica da escassez revela comportamentos neuróticos e de dominação, por exemplo, você já deve ter ouvido a frase: Nunca vai encontrar uma pessoa como eu, só eu poderei te fazer feliz, Aproveite a única chance que vou te dar, Agarre essa chance de ser feliz.
 A escassez de tempo é usada de forma a tornar-se indisponível para o outro, talvez numa tentativa de mostrar que você é mais importante do que, de fato, um dia pode ser. A similitude dessas pessoas com a estratégia das grandes lojas é a mesma, claro, você é levado a adquirir, permanecer com algo- relacionamentos- que não tem utilidade, todavia você é levado a crer que precisa do que é inútil. A escassez do tempo também faz você ser usada pelo outro de forma perversa, desta feita é comum ouvir as seguintes expressões: Fala logo, não tenho tempo, isso e bobagem, depois vemos isso, amanhã talvez.
 Finalmente, a estratégia de escassez de tempo e atenção é sintoma de relacionamentos que, precisam ser revistos, assim, sabemos que a tentativa de estocar – atenção e tempo, faz com que você inflacione o que o outro tem para lhe ofertar. De resto, quando você perceber que o outro usa a estratégia da escassez com você, analise se o que vai adquirir não custará mais do que, de fato, vale. E o que é pior sem necessitar e estar precisando no momento.

Marcos Bersam
psicólogo

whatsapp: 32-8839-6808
orientação psicólógica online


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e-mail: marcosbersam@gmail.com

segunda-feira, 3 de agosto de 2015

autoaceitação

Autoaceitação.

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Certa vez, perguntaram a Michelangelo, expoente artista do renascimento, como ele fazia obras tão reais e magníficas, quando ele respondeu, aproximadamente, o seguinte:” A obra já está pronta dentro da pedra de mármore, eu apenas aparo as arestas e deixo ela nascer”. A  pessoa ,quase sempre , pensa que para mudar a vida tem que ser outra pessoa, então o tímido quer violentar-se e ser extrovertido; quase sempre, o desejo de mudar é para atender as expectativas do outro. Assim, você cria a  fantasia que,  você,  precisa ser quem  o outro achou que deveria ser. Certamente, para atender as expectativas alheias você ingressa num verdadeiro martírio, por exemplo:  emagreça, engorde, opere, estude, faça concurso, compre um carro, ganhe mais, tenha mais dinheiro, seja belo,  separe, case, tenha filhos. A grande transformação acontece quando você retira as “poucas arestas” que impedem de ver a grandiosidade que há dentro de você, esse processo recebe o nome de autoaceitação. Por isso,  não respeitar os elementos estruturais de sua personalidade é uma  pseudo mudança. Porém, querer mudar sem respeitar seu limites é como fazer uma escultura de mármore, tornar-se uma obra de bronze. Então,  desrespeitar sua vocação e aptidões é uma forma equivocada de ser outra pessoa.   Tal como Michelangelo; retirava apenas pequenas porções do mármore para fazer surgir a escultura, precisamos saber o quanto devemos trabalhar de nossa personalidade, não se trata de retirar tudo. Enfim, a mudança verdadeira considera respeitar os limites de arestas a serem eliminadas, isto é, a autoaceitação.

marcos bersam
psicólogo clínico